Obesidade Infantil: Riscos e Prevenção
A
obesidade infantil é considerada uma doença, a qual provoca um aumento de
gordura corporal e já chega a atingir de 10 a 15% das crianças. Uma criança é
considerada obesa quando possui 20% a mais do peso ideal para sua idade.
Os
períodos mais frequentes de surgimento da obesidade infantil são durante o
primeiro ano de vida e na fase da pré-escola. A obesidade vem crescendo nos
últimos tempos no Brasil, isto em decorrência de maus hábitos alimentares e
sedentarismo, além da hereditariedade.
Os
pais como responsáveis devem estar atentos para que percebam se seu filho anda
apresentando excesso de peso. Por esse motivo, é aconselhável que desde bem
pequena a criança aprenda bons hábitos alimentares, para facilitar o
desenvolvimento de uma vida inteira saudável. A prática de exercícios, aliada a
uma boa alimentação contribui para uma melhor qualidade de vida, evitando assim
uma obesidade precoce.
Fisberg (1995) e Sigulem et al. (2001) afirmam que o aumento da obesidade em lactantes é resultado de um desmame precoce e incorreto, de erros alimentares no primeiro ano de vida, presentes, principalmente, nas subpopulações urbanas, as quais abandonam de forma precoce o aleitamento materno, substituindo-o por alimentação com excesso de carboidratos, em quantidades superiores que as necessárias para seu crescimento e desenvolvimento.
A
variedade de alimentos disponíveis atualmente, principalmente fast food,
alimentos não saudáveis, apresentam muitas cores, desenhos e frases que chamam
a atenção e motivam as crianças a consumi-los cada vez mais. E a única forma de
“vencer” a indústria é ensiná-las desde muito cedo a comer alimentos saudáveis
e essenciais, e evitar a apresentação de doces a elas.
Finalmente,
é importante ressaltar que um acompanhamento nutricional desde pequeno para
orientar uma alimentação saudável à família, mas principalmente às crianças, influi
no consumo de frutas e hortaliças, leite, ovos e carnes, carboidratos com
restrição, mas deve evitar gorduras e alimentos extremamente açucarados. Agindo
assim, os pais estarão contribuindo para uma maior qualidade de vida de seus
filhos, porém devem também estar sempre incentivando, entre brincadeiras
espontâneas e esportes, a prática de exercícios físicos.
Além de tudo, a obesidade - especialmente quando se trata da ocorrência em crianças - deve ser encarada como um problema sério, que merecia mais atenção do governo, das escolas e das famílias em geral. Mas nem sempre isso acontece... Pois tais instituições se omitem frente ao risco de tal doença, e oferecem sem moderação alimentos altamente prejudiciais à saúde das crianças, alimentos estes que são quase que exclusivamente compostos por açúcares diversos (industriais) e gorduras, quando o que elas mais precisavam era consumir alimentos ricos em fibras e nutrientes inteiros, produtos preferencialmente naturais e orgânicos.
Além de tudo, a obesidade - especialmente quando se trata da ocorrência em crianças - deve ser encarada como um problema sério, que merecia mais atenção do governo, das escolas e das famílias em geral. Mas nem sempre isso acontece... Pois tais instituições se omitem frente ao risco de tal doença, e oferecem sem moderação alimentos altamente prejudiciais à saúde das crianças, alimentos estes que são quase que exclusivamente compostos por açúcares diversos (industriais) e gorduras, quando o que elas mais precisavam era consumir alimentos ricos em fibras e nutrientes inteiros, produtos preferencialmente naturais e orgânicos.
Pessoal,
ResponderExcluirPassei por aqui.
Abraços
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir